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Conheça os diferentes tipos de Cloud Computing

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A Cloud Computing e toda sua gama de possibilidades já é amplamente conhecida no Brasil. Tanto é verdade que, de acordo com a consultoria IDC, somos o país na América Latina que mais adota esta modalidade tecnológica. Até o final de 2015 devemos movimentar US$ 117 milhões, o que a coloca como um dos alavancadores da TI neste ano de crise econômica. Você conhece os diferentes tipos de Cloud Computing existentes?

Neste artigo, você conhecerá cada um dos três tipos de nuvens existentes (privadas, públicas e híbridas) e verá quando cada um deve ser utilizado. Acompanhe!

— Leia também: Por que sua empresa deve estar na nuvem?

Três tipos de Cloud Computing

Nuvem pública

O mais popular dos tipos de Cloud Computing é a nuvem pública. Ela é fornecida por um provedor de serviços de nuvem e compartilhada com outras empresas (com níveis de acesso devidamente separados) por meio da internet.

Neste modelo, o fornecedor se encarrega pela hospedagem e proteção dos dados, pela manutenção e pelo gerenciamento dos dados da empresa. A empresa cliente paga apenas pelos recursos que utiliza, sejam eles infraestrutura física e de aplicações, hardwares ou softwares.

Com a nuvem pública, os investimentos são reduzidos, pois o fornecedor rateia entre as empresas clientes os custos do serviço. A empresa ganha flexibilidade e escalabilidade tecnológica, ou seja, pode aumentar sua capacidade conforme aumentam as demandas de sua operação, apenas atualizando seu contrato de SLA com o fornecedor; não há necessidades de implementação e manutenção máquina a máquina.

Quando utilizar uma nuvem pública?

Uma nuvem pública é indicada para empresas que querem ganhar poder tecnológico com baixos investimentos e em tempo hábil. É mais indicada nos casos em que os dados não são muito sensíveis, para hospedar plataformas de desenvolvimento de software (PaaS) ou para utilizar sistemas como serviços (SaaS), por exemplo.

Nuvem privada

A principal diferença entre uma nuvem privada e uma nuvem pública, é que a primeira é ambientada dentro da empresa. Ou seja, é construída para atender unicamente à empresa, suas filiais e unidades de negócio. Ela pode não estar fisicamente dentro da empresa, mas precisa necessariamente estar dentro do firewall e ser gerida pela equipe de TI interna.

Geralmente, uma nuvem privada é utilizada por médias e grandes empresas. O principal benefício é que a empresa tem total controle sobre seus dados e trabalha à sua maneira para a segurança deles. Também a cultura de manter toda a infra de TI internamente, neste caso, não é alterada.

Quando utilizar uma nuvem privada?

Nuvens privadas são indicadas para empresas que lidam com dados sensíveis, especialmente transações financeiras, entre outras. Por já terem feito grandes investimentos em infraestrutura de TI, é mais viável criar uma nuvem privada do que partir para o uso de uma nuvem pública. Neste modelo, são agrupados os recursos tecnológicos (servidores, bancos de dados, equipamentos em geral) e oferecidos como serviços para os usuários.

Nuvem híbrida

Como o próprio nome sugere, uma nuvem híbrida é a junção do modelo privado com o público. Ou seja, é possível manter parte dos recursos computacionais na infraestrutura interna e adquirir serviços de nuvem pública, conforme as necessidades do negócio.

A construção eficaz de um nuvem híbrida pode atender processos seguros que inspirem de maiores cuidados. A parte privada garante o controle da segurança por meio de uma rede exclusiva instalada na empresa ou direcionada somente a ela. E os serviços adicionais podem ficar alocados em uma nuvem pública, equilibrando assim os gastos e potencializando os recursos conforme surgem as demandas.

Quando utilizar uma nuvem híbrida?

Os especialistas recomenda a utilização de nuvens híbridas quando a empresa já dispuser de recursos tecnológicos internamente, mas também quer ter capacidades extras.

Assim, os dados mais sensíveis são tratados pela equipe interna de TI e as demais soluções ficam por conta do fornecedor de serviços de Cloud Computing. A escalabilidade dinâmica de um serviço baseado em nuvem pública pode atender às necessidades sazonais ou permitir a criação de ambientes de testes, por exemplo.

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